I GOT THIS FEELING THAT THEY’RE GONNA BREAK DOWN THE DOOR. 

missnaps:

I GOT THIS FEELING THAT THEY’RE GONNA COME BACK FOR MORE

                Anos depois, quando finalmente teve coragem para pensar sobre, Emmeline percebia que soube da existência de algo fora do comum desde o momento em que se pusera os pés para fora da cama naquele dia. Andava dividindo um colchão esfarrapado com Mary MacDonald e suas costas já não possuíam mais músculos diferentes para reclamar das noites mal dormidas nas quais oscilava entre um estado de vigília e silêncios torturantes, quebrados apenas por soluços. Ela não sabia dizer se pertenciam a ela, Mary ou qualquer um dos outros bruxos que se amontoavam nos poucos colchões daquele quarto. Todas as opções pareciam possíveis.

                Naquela manhã, quando o colchão rangeu protestante quanto ao peso de seu corpo, o som lhe soou esquisito aos ouvidos. Como se ela não ouvisse aquele mesmo barulho todas as manhãs. E quando Remus Lupin irrompeu na sala, trazendo leite e o jornal daquela manhã, ela o fitou demoradamente. Um arrepio lhe percorreu a espinha quando ele sorriu amavelmente e disse que era Halloween.

                "Mars adorava Halloween" ouviu o som de sua própria voz, mas não o reconheceu. A sala mergulhou em um silêncio sepulcral e Hestia correu para o quarto em meio a lágrimas. Houve mais um breve silêncio, até que Amelia Bones pressionou os lábios em uma fina linha e disse que iria ver se ela estava bem, embora todos houvessem percebido o brilho das lágrimas escorrendo por suas bochechas. Havia passado um mês desde que os Death Eaters abateram a família McKinnon, mas cada um deles sentia como se tudo houvesse acontecido há poucas horas. Sob o olhar de censura de Remus, ela imaginou o motivo de ter dito aquilo em voz alta, mas não obteve resposta.

                Eles se sentaram à mesa, ainda em silêncio. Leite e cereal foi servido a todos, em tigelas velhas e trincadas. O mesmo cereal barato de todos os dias, mas que naquela manhã pareceu ter ainda menos sabor. Emmeline não conseguiu forçar-se a comer mais de duas colheradas e empurrou a tigela para longe de si.

                "O que há de errado?" Molly Prewett perguntou, franzindo um cenho repleto de sardas.

                "Não estou com fome."

                "Você está pele e osso, Emme. Deveria comer algo." a ruiva replicou.

                Ela sorriu, cansada, e se afastou. A casa que ocuparam nas últimas semanas lhe parecia mais cheia que o normal naquela manhã. Às onze, Sturgis Podmore aparatou sobre a mesa de jantar. Como tudo naquela casa, a madeira da mesa estava apodrecendo. Ela cedeu sob o peso de Podmore, e enquanto Molly gritava o quanto seria difícil servir almoço sem uma mesa, ele, Remus e  Arthur Weasley trancaram-se no escritório. Amelia ajudou a recolher os restos da mesa e a própria Emmeline ajudou Mary e Hestia a limpar tudo até que aquele lugar parecesse um pouco mais habitável.

                Era tudo o que elas tinham, a limpeza. A única coisa que mantinha cada uma delas ocupada o bastante para que o rosto dos mortos não retornasse a seus pensamentos - os olhos vítreos e as bocas escancaradas em um esgar de horror - e ajudasse a desaparecer com os vestígios de lucidez que ainda lhe restavam. Panos úmidos deslizando por superfícies empoeiradas eram as únicas coisas que as mantinham sãs.

                O relógio antigo do corredor bateu uma hora da tarde.

                De dentro do escritório, retornaram apenas Remus e Arthur. Eles reuniram todos na sala de estar e contaram alguns boatos que Podmore havia trazido consigo sobre Death Eaters assassinando trouxas ao leste. Aquilo significaria que haviam mordido a isca de Dumbledore e se afastavam cada vez mais de Godric’s Hollow. Houve um suspiro de satisfação conjunta e alguns sorrisos cansados puderam ser vistos. Haviam se tornado raros nos últimos dias.

                Enquanto Arthur e Molly se preocupavam em servir um pouco de chá para que pudessem comemorar - Edgar sugerira um pouco de Firewhiskey, mas nenhum deles parecia interessado o bastante. Aquilo não significava o fim da guerra -, Emmeline se sentou em uma das janelas da sala e abriu um livro puído, de cheiro forte e páginas amareladas. Não tinha interesse em ler sobre plantas e suas propriedades mágicas, mas queria ao máximo evitar trocar palavras esperançosas com qualquer um dos outros.

                "Quando se cansar de fingir ler, podemos conversar?"

                "O quê?" ela ergueu os olhos para Remus, fingindo que não o havia visto se aproximar. Haviam bolsas debaixo de seus olhos e ele parecia mais pálido e magro que o normal, mas seu olhar era decidido. Sorriu, frustrada, e jogou o pequeno exemplar ao chão "Não consigo mentir para você, não é mesmo?"

                “Mas você bem tenta.”

                Ela acenou com a cabeça e respirou fundo. Lupin sentou-se a seu lado.

                "Você está bem?"

                Ela lutou para não desmoronar. Era a primeira vez que alguém a peguntava aquilo, em semanas, e ela não se recordava da última vez que haviam se preocupado tão sinceramente com ela. Pressionou os lábios, um contra o outro, e abraçou os joelhos, encolhendo-se em uma pequena bola.

                "Você se lembra… Como tudo parecia incrível quando nos juntamos à Ordem?"

                “Aonde quer chegar?”

                "A lugar algum. Só me pego pensando nisso vez ou outra. Em como imaginávamos a glória que seria derrotar o Lorde das Trevas. Todos conheceriam nossos nomes, todos nos amariam. Nós nos achávamos heróis."

                “Emmeline…”

                “O problema é que não somos heróis” ela abafou uma risada histérica e imaginou se debulharia em lágrimas no instante seguinte "Nós sangramos. Não conseguimos nem ao menos proteger as pessoas que amamos. Não conseguimos proteger Mars e sua família, ou Alice e Frank. Você não conseguiu proteger Dorcas e eu não conseg…"

                Ela parou. Viu mudança no semblante de Remus antes mesmo que terminasse o que tinha para dizer. Sentiu-se mal por fazê-lo lembrar-se da dor, embora tivesse certeza que era algo que ele jamais se esqueceria.

                "Me desculpe. Me desculpe, Remus, eu só estou…"

                “Tudo bem, Emmy” ele respondeu, rouco. Jamais a chamava assim. "Eu sinto muito sobre seu pai. Me contaram essa manhã."

                "Eu não estava lá para salvá-lo." ela afundou o rosto nas mãos. Achou que as lágrimas viriam, finalmente, mas elas teimaram mais uma vez. Não se faziam presentes desde a primeira das mortes. “Nós não somos heróis, Remus. Não há glória alguma nessa maldita guerra. Eu não quero mais assistir meus amigos morrer, não quero mais perder ninguém. Não quero tremer a cada vez que uma coruja chega, achando que carrega consigo a morte de um de nós.”

                “Eu também não.” Remus se limitou a dizer, encostando a testa contra o vidro da janela. Emmeline observou por alguns momentos, enquanto sua respiração embaçava o vidro. Havia uma série de tábuas apodrecidas do outro lado, prestes a se desprender, lutando contra a luz do sol que se esgueirava por entre elas, prestes a alcançar o interior da sala.

                Três e meia da tarde.

                "Você acha que eles estão bem?"

                Ela ergueu os olhos. Daquela vez, estava verdadeiramente absorta no que fazia: descascar o papel de parede mais próximo de si. Encolhida em um dos cantos afastados da sala, com o rosto apoiado nos joelhos, ela descolava longas tiras, rasgando-as em pedaços menores e jogando em um montinho próximo a si. Distorcia os desenhos padronizados impressos em bordô, divertindo-se com isso. Pelo menos mantinha sua cabeça longe da guerra. Ela sequer percebeu quando Mary se aproximou a passos tímidos e ajoelhou-se a seu lado.

                “James e Lily.”

                “E Harry.” Emmeline acrescentou, sorrindo ao se lembrar do cheiro de talco e dos gigantescos olhos verdes do filho da amiga.

                Ele tem seus olhos, Lil. Ouviu-se dizer e, por um breve instante, ela transportou-se para uma realidade impossível na qual todos comemorariam o Halloween na mansão dos Potter.

                Marlene estaria lá, trocando olhares com Regulus e vivendo aquele romance tímido no qual nenhum dos dois jamais daria o primeiro passo sem um empurrão. Mary e Hestia brincariam de morder a maçã e aquilo terminaria mal, como sempre, por causa do Firewhiskey. Alice e Frank trariam Neville para brincar com Harry, muito embora eles fossem pequenos demais para entender qualquer além das faíscas brilhantes que saíam da ponta da varinha de Lily e que os mantinham rindo escandalosamente, fazendo James gabar-se de como ele se parecia com o pai.

                Pettigrew roubaria alguns sanduíches para mais tarde e Remus se descontrolaria com o chocolate, como sempre acontecia. Só irei comer mais um pedaço, ele diria. E Dorcas riria e limparia os lábios sujos de doce do namorado, depositando lá um beijo em seguida. E Sirius…

                "O que você acha?"

                “Huh?”

                Sirius viria em sua direção e a abraçaria e diria que eles deveriam arrumar um amigo para Harry. Ou talvez só praticar.

                "Sobre os três. Acha que estão bem?"

                E ela estaria feliz.

                Em uma realidade impossível.

                "Eles estão bem, Mary, não se preocupe. Foi o próprio Dumbledore que os escondeu em Godric’s Hollow."

                O silêncio que se seguiu, da parte da amiga, foi agonizante. Ela imaginou se todo aquele medo havia escapado de seu peito, indo parar em cada uma das sílabas que proferira. Imaginou se havia gaguejado entre uma frase e outra, ou se a pausa antes de responder fora longa demais. MacDonald acenou positivamente com a cabeça, piscando várias vezes para disfarçar a umidez dos olhos, e forçou um sorriso no rosto.

                “Você tem razão. É claro que eles estão bem.”

                Ela sentiu inveja quando viu algumas lágrimas escaparem pelas bochechas da amiga enquanto ela se levantava rapidamente e corria para ajudar Molly e Hestia a erguer um baú grande a fim de destruir um ninho de fadas mordentes. Se sua tristeza fosse líquida, poderia vazar-lhe através dos olhos, também. Iria embora e ela se sentiria um pouco melhor. Mas ela não conseguia chorar mais. Toda a agonia se solidificara em seu peito, pressionando-lhe os pulmões. Doía.

                Cinco e dez.

                “Emmeline, você não come nada desde ontem.”

                “Não estou com fome, Molly.”

                Molly suspirou e virou-se para Arthur, pedindo apoio com seus grandes olhos castanhos. Ele, por sua vez, olhou para Lupin. O terceiro se aproximou de Emmeline com cuidado e, pela segunda vez naquela tarde, sentou-se a seu lado. Passou um dos braços ao redor dos ombros da menina e puxou-a para perto de si de modo fraternal.

                "Ele a faria comer." sussurrou. Molly se retesou ao ouvir aquilo e deu um beliscão pouco discreto em Arthur, puxando-o para fora da sala e fechando a porta atrás de si. Amelia Bones havia acendido a lareira há pouco e Emmeline sentiu o calor alcançá-la, ouvindo o crepitar da madeira queimando como o único barulho do quarto.

                "Ele não está aqui."

                “Não por opção, ele…”

                “Eu sei. Me desculpe. Está por perto de Lily, James e Harry. Eu entendo, Remus, de verdade.”

                “Entende também que Padfoot irá me matar quando voltar e a encontrá-la fraca deste modo? Vamos lá. Convencerei Molly a assar uma torta de abóbora especialmente para você.” ele a balançou carinhosamente e conseguiu roubar-lhe o esboço de um sorriso “Sim, eu ainda me lembro do quanto gostas de tortas de abóbora.”

                "Você é um lobo esperto. Quase merece um pedaço de chocolate."

                “Quase? Assim eu…”

                Ele não chegou a terminar o que tinha a dizer. Em um momento, eram apenas os dois sentados em um canto da sala de estar, no outro, houve um barulho que se assemelhou ao estalar de um chicote e um homem adulto apareceu de pé por sobre a mesinha de centro. Caiu no sofá quando duas das pernas da mesinha cederam com um crack sonoro. Remus e Emmeline correram para ajudar Alastor Moody a se colocar de pé novamente. Ele ainda não havia se acostumando completamente com a prótese de madeira que usava para substituir a perna que perdera em uma das batalhas que usava após  e precisou apoiar-se por sobre os dois antes de conseguir o equilíbrio. Quando finalmente o fez, todos os outros já se faziam presentes.

                "Os Potter." ele arquejou. De algum modo, Emmeline soube o que ele queria dizer. Um filete de sangue escorria de sua testa e ela sentiu que suas roupas estavam úmidas. Imaginou quantas novas cicatrizes ele teria depois daquela noite. "Traidor… Eles… Voldemort…"

                Olho-Tonto cambaleou mais uma vez e por pouco Emmeline não deixou com que ele escapasse. Seu olho mágico girava desvairadamente. De algum modo, Remus conseguiu colocá-lo no sofá enquanto Amelia corria para pegar um copo de água e Molly abanava um livro diante de seu rosto. Ele estava pálido e suas cicatrizes pareciam mais evidentes que as de Lupin em semanas de lua-cheia.

                "Alastor, o que houve?" Arthur tentou se aproximar, mas Moody ainda não conseguia emitir qualquer frase que fizesse sentido. Disse nomes e palavras soltas, até que Remus enterrou os dedos no colarinho de seu casaco e o sacudiu com violência. Emmeline viu que as mãos dele tremiam.

                "ALASTOR." ele gritou. Todos na sala haviam mergulhado em um silêncio tão absoluto que poderiam ouvir caso um alfinete caísse. O olho azul elétrico de Moody se focou  no homem diante de si por alguns instantes e sua respiração começou a normalizar "Você precisa se acalmar e nos dizer o que…"

                “James e Lily. Mortos.” Alastor respondeu de supetão, rouco.

                A cena explodiu no instante seguinte. Hestia se engasgou com soluços e Mary deixou escapar um lamento alto, desabando por sobre os joelhos, aos prantos. O copo de água que Amelia trazia se espatifou contra o chão e Molly se afundou nos braços de Arthur. Emmeline cambaleou para trás e teve que se apoiar em uma das poltronas atrás de si. Ela se dobrou por sobre a barriga, pressionando a boca com força para conter um grito. Agradeceu por não ter comido nada. Sabia que não iria conseguir manter nada no estômago depois daquela notícia. Segurando no casaco de Moody com toda sua força, Remus tremeu, mas tremeu tão forte que Emmeline achou que ele iria cair por sobre os joelhos do mesmo modo que Mary. Ela quis ir em sua direção e confortá-lo, mas a imagem dos corpos dos amigos voltava a sua mente e as imagens dançavam e deixavam-na tonta. E sem saber sequer como conseguiu articular as palavras, ela se viu perguntando:

                “Harry. O que…? Onde ele está? Onde está Harry?”

                O olho mágico de Olho-Tonto girou na direção de todos da sala, fitando-os e se demorou em Emmeline por um instante antes que ele respirasse fundo e levasse a mão trêmula ao bolso de seu casaco. Pegou um cantil de metal e bebeu um gole de algo, guardando o frasco em seguida. Quando falou novamente, parecia bem menos transtornado do que estivera momentos antes, porém ainda ofegante.

                “O menino sobreviveu. Harry Potter está vivo, aos cuidados de Dumbledore. Houve uma emboscada, Edgar Bones e a esposa também estão mortos. Eu quase não consegui sair de lá vivo. Mas acabou. A guerra, Você-Sabe-Quem…”

                "O quê?" Mary perguntou entre um soluço e outro. Seu rosto estava lavado por lágrimas.

                Alastor Moody respirou fundo mais uma vez. Demorou, mas ele enfim pareceu haver conseguido controlar seus batimentos cardíacos, mantendo-os agora em um nível normal. Ele se levantou com cuidado e caminhou pela sala, sentindo um visível desconforto em sua perna de madeira. Tentou explicar que a criança havia saído de um confronto com o maior bruxo de todos os tempos carregando apenas uma cicatriz de raio em sua testa, mas não havia como fazê-lo. Nenhum deles compreendia o que havia acontecido e a dor que sentiam com a perda dos amigos abafava quaisquer tentativas de compreensão do que acontecera em Godric’s Hollow.

                "Dumbledore disse que era seguro." Mary sussurrou, afundando o rosto nas mãos. Seu choro ressoou em orquestra com as madeiras estalando no fogo, abafado. Hestia abaixou-se a seu lado e a abraçou. Os olhares se voltaram a Moody mais uma vez, como se esperassem uma resposta aos dizeres de MacDonald.

                “Era seguro. Tivemos… Um espião. Eu nem ao menos sei como contar-lhes isso.”

                “Um espião?” Molly perguntou, franzindo o cenho. “Um Death Eater entre nós?”

                “Exato.”

                “Quem?”

                Olho-Tonto novamente passou seu olho artificial em todos os presentes, demorando-se um pouco demais em Emmeline. Ela sentiu um arrepio na espinha. E então ele disse o nome que ela mais sentia saudades de ouvir, mas em um contexto que fê-la sentir como se subisse uma escada no escuro e achasse que houvesse um próximo degrau, quando na verdade não havia. Aquele momento de susto, aparentemente eterno, no qual a pessoa paira no ar e espera pelo momento no qual o chão aparecerá debaixo de seus pés .

                "Foi Black." ele disse "Sirius Black."



Anonymous whispered, "yeah, what is?"

it’s a dreamcast, anon.


1 year ago · 0 notes

Anonymous whispered, "Hey what's that thing with the harry potter characters (james potter, lili evans,sirius, remus,etc) it's a serie a movie, what is?"

WHATA?


1 year ago · 0 notes

Hawk Eyes.

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Lily Evans.

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melodyofhappiness whispered, "I fucking love this blog <3"

Thank you so, so much! We are really glad that you guys like what we do. <3


3 years ago · 0 notes

halfofemmeline-deactivated20130 whispered, "This is so incredibly and realistic, I just read through the whole thing! I love it. Well done :)"

Thank you very much, I’m glad that you like it. We all appreciate that, really! <3


3 years ago · 0 notes


The Sorting Hat has placed Dorcas Meadowes in GRYFFINDOR!

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The Soting Hat has placed Lily Evans in GRYFFINDOR!

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The Sorting Hat has placed Regulus Black in SLYTHERIN!

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